Ao chegar em casa pós um dia intenso de trabalho, nada melhor que relaxar com um bom vinho.
A refeição pela qual houvera acompanhado a noite, seria crepe, carne seca e creme de mandioca. O Luis Felipe Edwards, de vintage 2009 acompanhou bem o sabor, por final tendo uma harmonização equilibrada.
Embalagem elegante, o que faz imaginar a promessa de um excelente vinho. Não diria excelente, porém um vinho mediano que deixou muito a desejar. Cor bastante violácea, aroma de frutas vermelhas, sendo percebido um intenso odor de amora fresca. Passado por Barrica de Carvalho, de médio corpo e lágrimas intensas, apresentou-se muito amargo, chegando a ser, até, um tanto quanto desconfortável, porém, depois existe uma melhora, persistindo o sabor no paladar por um bom tempo. Se eu tivesse que dar uma nota de 0 à 10 daria 6,0.
Shiraz ou Shyrah, casta deste vinho, é uma uva tinta de superior qualidade, originalmente proveniente do Caucaso, e conhecida
na antiga Pérsia, é talvez a uva vinifera mais antiga do mundo. O nome Shiraz
vem da cidade de Shiraz (Iran), onde era muito cultivada na antiguidade. Trazida
para o Ocidente, criou raízes "modernas".
Na França, a Syrah ocupa lugar de destaque no centro-leste e no sudeste; no Novo
Mundo, a shiraz se destaca na África do Sul e na Austrália, sendo que o famoso
Grange supera com facilidade a concorrencia, mesmo dos franceses.
São sempre vinhos saborosos e estruturados; acompanham bem pratos de carnes e
aves, e queijos amarelos. Pode ser também uma boa opção para acompanhar fondues
e soufflés. Uma outra combinação muito boa é com crêpes salgadas, podendo até acompanhar uma massa, mas vale lembrar uma certa cautela no tempero.
Nenhum comentário:
Postar um comentário