Olá pessoal? Fiquei um tempo sem publicar novas postagens posto que meu braço estava quebrado, porém hoje voltaremos com um assunto bastante polêmico e pecuniar.
Muito se fala que o melhor vinho esta relacionado com o preço, mas será mesmo que isso é verdade?
Ja foi dito, voltamos a repetir que isso é conversa para boi dormir. Vinho bom é aquele que agrada seu paladar, o vinho por si só tem personalidades diferenciadas, há quem diga que é possivel decifrar a personalidade de uma pessoa, associando-a com a preferecia de vinho escolhida. Gosto é gosto e isso não se discute. Hoje o vinho mais caro do mundo é o Romanée Conti, um francês de R$ 37.138,85 reais.
Evidentemente não se sabe qual foi o primeiro vinho, porém, atualmente, o mais antigo do mundo e recentemente aberto para degustação foi o Perrier Jouët 184 anos, quase 2 séculos. Será que quanto mais antigo melhor? Lógico que dependerá muito do tipo de vinho, existem vinhos que permitem e aceitam o "envelhecimento", ou seja, sua evolução, porém existem vinhos que não aceitam essa evolução sedo feitos para serem
tomados jovens, através da maceração carbônica, os "nouveau"
que são bebidas ligeiras a serem tomadas o quanto antes após o
engarrafamento, caso contrário perderá a qualidade, estragará, restando a infelicidade.
Um fator que influencia de modo fundamental na evolução e envelhecimento do vinho é como o vinho é conservado, quais as condições climáticas, qual o micro ambiente que o vinho permanece e quanto este microambiente influenciará no seu envelhecimento saudável, sem sobressaltos, sem "stress".
Um fator que influencia de modo fundamental na evolução e envelhecimento do vinho é como o vinho é conservado, quais as condições climáticas, qual o micro ambiente que o vinho permanece e quanto este microambiente influenciará no seu envelhecimento saudável, sem sobressaltos, sem "stress".
O prestígio do vinho e também seu status como bebida nobre devem-se aos produtores do Velho Mundo (Velho Mundo é um termo generalizado e relativamente recente que define o mundo conhecido pelos europeus até ao século XV, ou seja, a Eurafrásia: os continentes europeu, africano e asiático e ilhas adjacentes). Lá estão os velhos sábios, os primeiros a entender o valor do terroir (local) e a importância de se estabelecer regras claras, bem definidas e cumpridas por todos os produtores de vinho, para haver qualidade inigualável.
O terroir, especialmente na França, é como a carteira de identidade do vinho. Quem aprecia um bom vinho e conhece sobre o assunto, sabe fazer distinções e consegue confirmar, na degustação, o que está no rótulo. Isso porque a bebida deve refletir sua origem, sua alma, seu terroir. Mais importante do que citar as uvas que compõem os vinhos é apontar o país e a região de onde eles vêm.
Por essas e outras razões, são francesas as grandes castas viníferas que hoje fazem a alegria dos enófilos do mundo inteiro. Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Pinot Noir, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc e outras são castas francesas, mas cultivadas em muitos outros países e bem adaptadas a eles.
A França e seu vinho são sinônimos de capricho e rigor. Não por acaso, o país é a grande escola de enologia para produtores do mundo inteiro, ainda que países emergentes busquem novos estilos de vinhos.
O país é um produtor e consumidor, pois produz anualmente cerca de sessenta milhões de hectolitros e consome sessenta litros per capita. Com tanto vinho assim, é evidente que não basta ser francês para ser bom. Existe muito vinho francês de qualidade duvidosa, por isso, na hora da compra, é importante observar no rótulo a região e o produtor.
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