terça-feira, 10 de abril de 2012

Vinho, uma história, tradição, amor e mistério


O cultivo da videira e a elaboração do vinho remonta a mais alta antigüidade, não se sabe o certo qual foi o primeiro cultivo de videiras, porém sabe-se que as viníferas tiveram a princípio origem na Ásia Menor, mais especificadamente entre a Pérsia e a Armênia, de onde se propagaram para o Egito.

As inscrições encontradas nas tumbas egípcias nos dão certeza que este povo cultivava a videira uns 8 a 10.000 anos antes de Jesus Cristo, fazendo desta, a mais antiga bebida bebida rústica.

Do Egito a viticultura propagou-se para o norte da África, Grécia, Itália, França e Espanha.

Por seu poder inebriante, o vinho sempre esteve associado a divindades e ao sobrenatural e, logicamente, envolvido em lendas. Dos costumes cartagineses e romanos e citados pela própria Bíblia, o vinho passou a fazer parte da vida do Homem. Tido como um alimento, era preciso conservar a uva, preciosa comida na época. No decurso do tempo em que a uva houvera sido posta em conserva devido à natureza seguir seu curso espontaneamente, originou a fermentação (transformação de açucar em álcool) dos frutos, surgiu assim o vinho.

Em 1857 os memoráveis estudos de Paster davam a explicação científica da fermentação alcoólica, do envelhecimento dos vinhos e de suas enfermidades, abrindo uma luz para os primeiros processos enológicos.

O início do cultivo da parreira no Brasil data de 1532, na capitania de São Vicente, introduzido por Martim Afonso de Souza que trouxe as primeiras mudas da Europa.

No Rio Grande do Sul data de 1875, com a chegada dos primeiros imigrantes italianos, principalmente na Serra Gaúcha.

Dos tempos de nossos ancestrais aos dias em que vivemos certamente vai uma gigantesca distância. Porém se analisarmos a agia que esta nobre bebida exerce sobre as pessoas, não encontraremos muitas diferenças.

Para os curiosos, o Deus do vinho para os romanos é o Baco e para os gregos é o Dionisio.

(Deus Baco)

“ O vinho reúne, liberta e faz amigos, ontem, hoje e sempre.”

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